Bahia Oil and Gas Energy

A refinaria é um centro de conversão de energia, não necessariamente de petróleo, segundo a Acelen

De acordo com Carlos Arentz, diretor de Inovação da Acelen, a refinaria do futuro “vai pegar qualquer coisa que tenha carbono e hidrogênio e transformar em produto”

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A refinaria é um centro de conversão de energia, não necessariamente de petróleo, afirmou Carlos Arentz, diretor de Inovação da Acelen, durante o painel “Futuro do refino e petroquímica na Bahia”, realizado nesta quarta-feira (25) na Bahia Oil & Gas Energy.

“Estamos modernizando um ativo antigo [a refinaria]. Tanto é que o nosso nome significa acelerar, no sentido de acelerar o processo de transição energética. A refinaria do futuro vai pegar qualquer coisa que tenha carbono e hidrogênio e transformar em produto”, disse o executivo.

Paulo Guimarães, Superintendente da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado da Bahia, completou a fala de Arentz afirmando que a Acelen está desenvolvendo um centro de tecnologia de combustíveis verdes por meio de uma parceria estratégica com o estado.

Gabriel Debellian, diretor de Logística da Noxis Energy, também presente no painel, ressaltou o principal objetivo da companhia: suprir o mercado de combustíveis marítimos, que possui uma demanda de 5 milhões de t/ano.

“Essa demanda será suprida por três refinarias: uma em Pecém, onde pretendemos oferecer capacidade de refino para outros operadores, uma outra unidade em Sergipe, para atender à produção local e aproveitar o potencial de gás do estado, e a terceira na Bahia. Temos foco no Nordeste e acredito que somos complementares à Acelen”, afirmou Debellian.


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