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Conteúdo produzido por Fluke
29 de julho de 2022

O impacto da qualidade da energia no setor de óleo e gás

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Impulsionado pela alta internacional do preço do barril de petróleo, o mercado global de óleo e gás vive atualmente um cenário de otimismo e bastante movimentação, atraindo consequentemente, novos investimentos. Os grandes players de petróleo do mundo estão produzindo e extraindo cada vez mais, cenário que também inclui o Brasil.

Os 10 maiores produtores mundiais são responsáveis por mais de 70% da oferta global de petróleo. Em primeiro lugar no ranking estão os Estados Unidos, seguido pela Arábia Saudita e Rússia, de acordo com a agência oficial norte-americana Energy Information Administration (EIA). Em 2021, o Brasil ocupou a sétima posição como maior produtor mundial, com uma produção média de 2,905 milhões de barris de petróleo por dia, segundo dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

Além do petróleo e seus derivados, que já fazem parte do processo das refinarias, as indústrias brasileiras atualmente também estão focadas na ampliação da malha de gás natural proveniente das estações de petróleo, tomando ações que já vêm sendo realizadas desde 2019. Isso porque o segmento de gás nacional ainda é precário e seu preço é duas vezes mais caro comparado à Europa e quatro vezes mais caro do que nos EUA, embora tenha um grande potencial ainda a ser explorado.

Esse movimento já pode ser percebido com o crescimento da produção média de gás natural, que em 2021 foi de 133,74 milhões metros cúbicos por dia (m3/dia), um aumento de 4,98% em relação a 2020, de acordo a ANP.

 

Desafios da indústria e a qualidade da energia

Embora as indústrias brasileiras recebam investimentos internos, o setor nacional de óleo e gás ainda é bastante

dependente da infraestrutura de companhias externas, as quais movimentam o mercado de exploração trazendo para o país esses contratos multinacionais.

Diversas organizações que atuam com o petróleo hoje no Brasil são empresas de equipamentos, calibração, tecnologia e caldeirarias, as quais geram diversas novas demandas que aquecem o mercado: desde navios e FPSOs sendo construídos até novas refinarias e termelétricas. Por isso, o desafio das indústrias brasileiras tem sido acompanhar essa evolução, aliando sua capacidade interna à capacidade externa a fim de apoiar os contratos do exterior com melhores soluções e tecnologias a um custo competitivo.

Outra constante preocupação das companhias do setor de óleo e gás é garantir a sua qualidade e eficiência energética. Por extraírem petróleo, os navios, plataformas e afretadores produzem a sua própria energia a partir dos combustíveis e devem garantir que esse recurso energético seja adequado para manter em pleno funcionamento seus equipamentos responsáveis pela exploração de petróleo, uma vez que qualquer tipo de falha de qualidade de energia que afete o processo pode resultar em um prejuízo de  bilhões de dólares.

O mesmo acontece com as linhas de transmissão e refinarias, que também geram a sua própria energia, mas podem sofrer com uma série de distúrbios de qualidade que afetarão diretamente o produto ou o processo. Desta forma, garantir a segurança da instalação também é fundamental para que a qualidade da energia não afete instrumentos sensíveis que podem ocasionar acidentes ou falhas de performance nos equipamentos, cujos valores também chegam a milhões de dólares.

Para monitorar esses pontos críticos, a indústria de óleo e gás pode contar com as inovadoras soluções da Fluke, que atua com os mais altos padrões de qualidade e todas as regulamentações nacionais e internacionais, com foco em garantir uma boa gestão da qualidade e da eficiência energética, o que se traduz em redução de custos e economia para as empresas.

 

Como a Fluke apoia o setor?

Hoje, o setor de óleo e gás representa cerca de 20% dos negócios da Fluke, sendo seu mais importante nicho de atuação, que conta com planos agressivos de crescimento em todas as camadas: exploração, distribuição, refinaria, petroquímicas e gás natural.

A energia tornou-se uma questão crítica para instalações em todo o mundo, e o desperdício não descoberto e não corrigido representa um enorme potencial de prejuízos. Gerenciar a eficiência energética nas plantas industriais economiza recursos e pode reduzir custos de energia em até 25%.

Para isso, o mercado de óleo e gás pode contar com o mais novo lançamento da Fluke: a série 1770 de analisadores de qualidade de energia trifásica.

Para ter acesso ao material completo sobre o panorama atual do mercado de Óleo e Gás e saber mais sobre a inovadora série 1770, baixe o conteúdo grátis aqui.


Contato: Marco Gonçalves – Gerente de Contas Estratégicas de Óleo & Gás, Petroquímicas e Químicas da Fluke do Brasil, companhia líder mundial em ferramentas de teste eletrônico compactas e profissionais.

https://www.fluke.com/pt-br

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